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domingo, 5 de junho de 2011

CULTURA DE PAZ

CARTILHA Encontro de Ponteir@s Multiplicadores, do Pontão de Convivência e Cultura da Paz, do Instituto Pólis (ONG), elaborada para o 1° Encontro de Ponteiros do projeto (que foi de 18 a 20/06/2010).

Traz o Manifesto 2000 por uma cultura de paz e da não-violência, da UNESCO; o que é e como se faz a convivência e cultura de paz; tecnologias socioculturais de convivência e cultura de paz; políticas públicas e cultura de paz no território; cultura de paz e pedagogia da convivência; frases sobre cultura de paz; entre outros.

Quer saber um pouquinho mais sobre a cultura de paz?
Dá uma olhadinha na cartilha on-line! ;)

http://convivenciaepaz.org.br/wp-content/uploads/2010/11/APOSTILA-Encontro-de-Ponteir@s-Multiplicadores.pdf


sábado, 3 de julho de 2010

DICA DE PROGRAMA

Os caminhos do rascismo: uma vida de separação


Indicamos o programa da rádio CBN, "Caminhos Alternativos", do dia 26/06/10, sobre o racismo, pois está excelente. As jornalistas Fabíola Cidral e Petria Chaves entrevistam o professor de Psicologia da USP e pesquisador sobre o assunto, Luiz Galeão, entre depoimentos e uma reportagem de Leonardo Stamillo na África do Sul. Confira!

Para ouvir o programa, basta clicar no link a seguir:
http://cbn.globoradio.globo.com/programas/caminhos-alternativos/2010/06/26/OS-CAMINHOS-DO-RACISMO-UMA-VIDA-DE-SEPARACAO.htm

O programa "Caminhos Alternativos" possui um blog onde coloca algumas informações sobre os seus programas. Você pode ler algo sobre este programa aqui: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/caminhosalternativos/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Segurança na Internet


Dia da Internet Segura (09/02)












Dia da Internet Segura






quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

CULTURA DE PAZ: ARTIGO

A importância do perdão na nossa sociedade
Por Içami Tiba

"Perdoai-os, Senhor... Eles não sabem o que fazem...", disse Jesus, nos últimos e agonizantes momentos de sua vida! É um dos maiores perdões já ouvidos na história da humanidade. (...)

Para terminar de ler, clique no link a seguir: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u32.jhtm

Fonte: UOL, Educação, Colunas, Içami Tiba.

sábado, 19 de dezembro de 2009


Crimes na internet podem ser denunciados, anonimamente, através de formulário online

Crimes de pedofilia, genocídio e outros crimes que violam os direitos humanos na web podem ser denunciados, anonimamente, através de formulário online disponível no site da Polícia Federal: http://www.pf.gov.br.
"A iniciativa faz parte do Projeto Anjos na Rede, fruto de uma parceria entre a PF, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República e a ONG Safernet. (...) Qualquer pessoa que tenha conhecimento de sites que divulguem pornografia infantil, crimes de ódio, de genocídio, entre outros, poderá informar aos órgãos responsáveis pela investigação. A idéia surgiu em 2008, durante o III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no qual a PF, a SEDH e a Safernet assinaram um termo de cooperação que visava a criação da Central de Denúncias de Crimes de Violadores dos Direitos Humanos, na internet."

Fonte: UOL, Notícias, Cotidiano, 11/11/2009: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/11/11/ult5772u6070.jhtm

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

DICA DE LIVRO PARA O PROFESSOR
E O PÚBLICO EM GERAL




A paz também se aprende

Autor: Naomi Drew
Editora: Gaia
240 págs.

Contracapa:

"A paz também se aprende" consegue provar exatamente isso: que a paz pode ser aprendida. O mérito do livro, reside justamente, no fato de, embora se voltando para as crianças, pode e certamente deve ser lido pelos adultos. Vale porque devolve aos indivíduos a solução de problemas que são de todos, ainda que não desconsidere as diferenças ente os níveis sociais. Porque indica que é um problema comum, ultrapassando as barreiras demográficas de idade, sexo, etc. e as fronteiras ideológicas. E porque mostra que é um problema solúvel, indicando uma sucessão de passos concretos para afastar a guerra e viver em paz.

Por isso, este é um trabalho que deve ser usado pelos que ensinam e por aqueles que aprendem. Como, porém, ninguém responsável é a favor da guerra e contra a paz é leitura obrigatória para qualquer pessoa, professor ou não, estudante ou não."

Jorge Ferreira da Silva
Doutor em Educação
Diretor da Faculdade de Educação da UFRJ


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Prefácio à edição brasileira


EDUCAR PARA A PAZ EM TEMPOS DE GUERRA

Esse livro, com fundamento numa filosofia do homem de­mocrático, oferece técnicas e exercícios pedagógicos para for­mar o cidadão instituinte da paz. Ele foi escrito originalmente a partir de uma sociedade de abundância, onde os traba­lhadores já conquistaram condições de cidadania elementares. Por isso, os editores se viram obrigados a processar adaptações que o tornem mais adequado à realidade brasileira. O objetivo porém é o mesmo: educar para a paz em tempos de guerra. É porque estamos em guerra que é necessário educar para a paz.
Há países em que na relação entre guerra e paz, a paz leva vantagem. Mas há outros, como o nosso, em que a guerra — não declarada — está mais presente e facilmente pode ser verificada pelo número de crianças que morrem de fome por dia, pela subnutrição, pela miséria, pela falta de moradia, pela falta de terra para trabalhar, pela falta de empregos, pela falta de saúde, educação, saneamento básico, enfim, pela falta de acesso aos mínimos direitos de vida com qualidade que uma democracia deve oferecer.


Isso me leva a dizer que a paz não é uma doação. Não se chega a ela por instinto humano. Ela é conquistada pela luta. Daí a necessidade de instrumentos de luta para a paz como esse livro. Portanto, ele não pode ser visto como obra de sonhadores, mas de promotores de utopias concretas. Isso exige constante apelo às condições reais de vida onde existe o diálogo entre os diferentes e os iguais, mas também o conflito entre antagónicos. Nas sociedades capitalistas o conflito entre capital e trabalho é o aspecto fundamental que explica a inexistência da paz, Nelas, a guerra é fruto do conflito entre a produção de bens que é socialmente produzida pelos trabalhadores, mas é acumulada privadamente pelo capital. Não se pode pedir aos despossuídos, tão numerosos entre nós, aos oprimidos, aos que não têm opções, que eles aceitem um consenso pacífico em torno de opções comunitárias, quando a comunidade de iguais não existe. Quero dizer que é necessário promover uma educação para a paz, com as técnicas e a filosofia propostas neste livro, mas é preciso recordar a passagem bíblica da relação entre a paz e a espada: para o oprimido, a luta para a paz passa pela justiça social. Isso implica inevitavelmente, o conflito social.

Este livro deve preparar para a paz, para buscarmos juntos novas soluções, uma perspectiva de paz interior e paz familiar. Porém, aceitando sempre a necessária e vital tensão, não somente existente entre pessoas que buscam superar seu inacabamento antropológico, mas, também a tensão resul­tante de uma situação estrutural de injustiça.
Este livro estimulante é também um apelo para a tolerância e o pluralismo. Mas o homem tolerante e pluralista não é aquele que, por exemplo, compra todos os produtos de um supermer­cado. Por que há produtos velhos, mofados, inúteis e supérfluos. Existem produtos que podem provocar doenças. O pluralismo é uma filosofia do diálogo. Ser pluralista significa dialogar com todas as posições. Não significa adotar a todas elas, o que não seria pluralismo, mas incoerência lógica e portanto, negação de postura ético-filosófica. Ser pluralista e tolerante e descobrir a beleza da diferença.

Toda forma de educação é política. Educar para a paz é uma proposta política-pedagógica. Uma visão funcionalista e mecanicista da educação recusaria discutir as implicações políticas da ação educativa. Educar para a paz é educar para a autonomia que significa auto-governo. O liberalismo educa­cional arcaico e autoritário visava a formar os alunos para serem meramente governados. Educar para a autonomia, segundo os princípios democráticos e populares, significa formar os alunos para serem governantes.

Enfim, é preciso entender que a perspectiva de uma harmonia progressiva indo do individual-particul ar para o coletiuo-uniuersal, como pretendia o fundador do taoísmo, Lao Tsé, é praticamente impossível. A paz só se obtém, dialética e contraditoriamente, na busca da justiça. As crianças e adoles­centes devem aprender isso antes de se tornarem adultos, mas não aprenderão isso se nas escolas não existir um plano mais preciso de educação para a paz.
Existe outro aspecto para o qual este livro pode contribuir: a paz nas famílias, porque é lá que as crianças aprendem muitos dos valores e práticas que realizam depois. É imperioso que este livro seja lido também pêlos pais e pelas mães. Os exercícios não podem ser apenas para os meninos. Eles devem envolver os pais, devem ser completados por eles, junto com eles. E se os pais forem analfabetos? Não se poderia imaginar outra forma de comunicação como o vídeo ou o cassete? Imbuído de um espírito democrático e com recursos a sua disposição, o educador popular saberá completar este livro.

Felicito os editores pela ideia de traduzir e adaptar esta obra que ajudará a todos nós educadores e educandos a adotar a democracia como valor fundamental para a construção de nosso futuro, deixando para trás a tradição do autoritarismo e da discriminação que tanto marcaram e ainda marcam a sociedade brasileira.


Moacir Gadotti
Professor da Faculdade de Educação
da Universidade de São Paulo

Fonte: Espaço Educar, http://espacoeducar%20-liza.blogspot.%20com/2009/%2011/livro-%20paz-tambem-%20se-aprende-%20para.html


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Prefácio I

No âmago deste livro está uma idéia simples, mas de amplo alcance. A paz pode ser alcançada através do esforço individual e do compromisso com a não violência. As técnicas de obtenção da paz e resolução de conflitos não são conceitos novos, mas emergem de uma necessidade de solucionar disputas mundiais, institucionais e interpessoais.

Nós sempre fomos levados a imaginar esses recursos como fundamentais para os adultos. A Paz Também se Aprende demonstra a importância de direcionar nossos esforços para uma outra população: as crianças. É na infância que se desperta a percepção do indivíduo que somos, que a nossa visão do mundo toma forma e que aprendemos a nossa maneira de lidar com a frustração e o conflito. É também nesse período que nos imbuímos de ideais. Se, quando crianças, aprendemos a ser pacíficos, confiando na realização de nossos sonhos, quando adultos saberemos empregar nosso tempo contribuindo de forma integral com a sociedade, e não apenas corrigindo hábitos improdutivos.

A pesquisa nos mostra que é grande a influência da família no desenvolvimento psicológico e social da criança. A educação também desempenha um papel preponderante na formação das atitudes da criança. A sala de aula é uma autêntica arena para o engajamento da criança no processo da pacificação. Ao compilar este guia, Naomi Drew utiliza sua experiência como educadora, pesquisadora e mãe. Ela fornece planos de aula concretos e instruções específicas nas técnicas de pacificação, que promovem a auto-estima, o respeito pelos outros e a efetiva comunicação. Ressalta a necessidade de criar um ambiente de aprendizado seguro e estimulante, que permita às crianças expressar seus interesses e chegar a soluções espontâneas e criativas. Através da compreensão, flexibilidade e negociação, a criança aprende a resolver os problemas de forma positiva e sem violência.

Porém, o real desafio que se apresenta aos educadores, e a nós todos, é fazer ou ser aquilo que se ensina. O exemplo que nós produzimos, diante da criança, fala mais alto do que as palavras sobre o que nós realmente sentimos e pensamos.

Quando a criança começar a compreender e a assimilar as técnicas de pacificação, terá chegado o momento apropriado para ampliar essas aulas no sentido de abordar temas de âmbito mundial. A criança terá a oportunidade de explorar as similaridades e diferenças quanto a costumes, atitudes e políticas de outras nações e a visualizar um mundo em paz. Através da clareza em relação ao nosso objetivo e da perseverança em nosso compromisso pela obtenção da paz, é possível afastarmos o desencanto que está ligado à crença de que a violência e a guerra são inevitáveis. No momento em que começarmos a difundir informações sobre propostas inovadoras e pacíficas para a resolução de conflitos e a compartilhar os nossos conhecimentos, esse grande anseio pela paz mundial será realidade.

A Paz Também se Aprende é uma parte integrante desse processo.

YOGESH K. GANDHI, Fundador Fundação Internacional do Memorial de Gandhi

Fonte: Golfinho - O portal da PNL no Brasil, http://www.golfinho%20.com.br/livros/%20liv279.asp

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Observações:

O site "Espaço Educar", disponibiliza cópias do livro no formato Word e PDF, para baixar: http://espacoeducar-liza.blogspot.com/2009/11/livro-paz-tambem-se-aprende-para.html



A Biblioteca do CEU Jaçanã possui um exemplar do livro. :)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

DICA DE LIVRO


Comunicaçao não-violenta:
técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais

Autor: Marshall B. Rosenberg
Editora: Ágora
2006 - 288 págs.

SINOPSE:
Em um mundo violento, cheio de preconceitos e mal-entendidos, busca-se ansiosamente por soluções. Este livro é um manual prático e didático que apresenta metodologia criada pelo autor, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Usando sua experiência como psicólogo clínico e criador do método da comunicação não-violenta, Marshall Rosenberg ensina o leitor a - se libertar dos condicionamentos e dos efeitos de experiências passadas; transformar padrões de pensamento que conduzem a discussões, raiva e depressão; resolver seus conflitos com os outros pacificamente; criar relacionamentos interpessoais baseados em respeito mútuo, compaixão e cooperação. O método é aplicável a centenas de situações que exigem clareza na comunicação - em fábricas, escolas, comunidades carentes e até em graves conflitos políticos.



Infelizmente, a Biblioteca do CEU Jaçanã ainda não possui um exemplar desse livro. Ficaríamos muito felizes e gratas com uma doação, caso alguém possa o fazer. :)



É possível ler vários trechos do livro através do
Google Livros:
http://books.google.com.br/books?id=2HGf_-uVBEQC&pg=PA253&dq=comunica%C3%A7%C3%A3o+n%C3%A3o+violenta#v=onepage&q=comunica%C3%A7%C3%A3o%20n%C3%A3o%20violenta&f=false
A seguir, reprodução de uma resenha sobre o livro postado no blog de Emerson Ricardo, em 06/09/06:

"A primeira vez em que eu ouvi falar do conceito da Comunicação Não-Violenta (CNV) foi em uma palestra de uma vivência zen com a monja Coen no começo de 2005. Ela então usou uma imagem à qual o autor da idéia freqüentemente recorre para explicar o conceito: a do chacal e da girafa. Comunicar-se "como um chacal" corresponderia a responder no mesmo nível, um rosna mostrando os dentes e o outro responde da mesma forma. Comunicar-se "como uma girafa" significa levantar o pescoço a uma altura em que se pode ver o que há por trás de palavras que possam nos parecer ofensivas: "quais as necessidades daquela pessoa que não estão sendo atendidas e que assim a fazem se comunicar daquela forma?"A idéia básica por trás do conceito de CNV é que sempre que nos comunicamos estamos buscando suprir alguma necessidade. A forma na qual o fazemos depende de quanto estamos cientes do motivo (a necessidade) de o estarmos fazendo. Desta forma, o oposto de "comunicação não-violenta", no livro, não é chamada de "comunicação violenta", e sim de "comunicação alienante da vida". Isso significa que, entre outras coisas, dentro desta concepção, são formas de "comunicação alienante" não apenas formas agressivas de expressão, mas também as que usamos, por exemplo, para culpar, tanto nós mesmos quanto os outros, para manipular tentando causar sentimentos de piedade, ou até mesmo elogiar, mesmo quando o fazemos sinceramente, ou para nos eximirmos da responsabilidade do que fazemos, por exemplo, colocando-a nas "regras" (sejam leis, convenções, etc.). Um sinônimo usado para "comunicação não-violenta" no livro é "comunicação empática". A primeira parte do livro, mais ou menos até a metade, explica estratégias de como nos expressarmos de uma forma que não seja alienante. Segundo o autor, quando o fazemos, aumentamos as chances de que a outra pessoa desenvolva empatia pelo que dizemos, ou seja, pela necessidade que estamos procurando suprir com aquela comunicação. A partir do capítulo sétimo ele começa a explorar o tema de como ouvir a outra pessoa com empatia, esteja ela dizendo o que for, e da forma em que o estiver fazendo. Segundo o autor, como seres humanos compartilhamos dos mesmos sentimentos básicos e emoções, mesmo tendo sido condicionados por culturas, famílias, ambientes diversos, os sentimentos humanos básicos são comuns à toda a espécie humana e assim podem ser entendidos por qualquer outro representante dessa espécie. É neste nível que a empatia, o entendimento, pode acontecer. É portanto necessário uma dose de disposição em se tornar vulnerável para se expressar dessa forma, que tem sido usada desde a mediação de conflitos do Oriente Médio até para lidar com gangues de rua, assim como em momentos de perigo eminente como em ameaça de estupro. Mas não só os relatos de sucesso são usados para ilustrar a técnica. O autor também não esconde as vezes em que subestimou as dificuldades ou superestimou sua capacidade. No final do livro há um capítulo dedicado à raiva. Não sobre como evitar a raiva, ou como "lidar" com ela, mas sobre como expressá-la plenamente. Seguindo o mesmo raciocínio de consciência das emoções para distinguir o que é do que não é uma forma alienante de se expressar, "matar, espancar, culpar e ferir os outros -- física ou mentalmente -- são todas expressões superficiais do que acontece dentro de nós quando sentimos raiva". Numa sociedade que consome tudo o que é rápido e superficial, na sociedade da comida pronta congelada, do botox e silicone e dos manuais de auto-ajuda, esse livro definitivamente segue o caminho oposto ao propor que exercitemos a consciência, a responsabilidade e o envolvimento."

Fonte: http://zamprogno.multiply.com/reviews/item/5

MAIS A RESPEITO NA INTERNET:

sábado, 17 de outubro de 2009

FRASE

"Tolerar a existência do outro e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco. Quando se tolera, apenas se concede, e essa não é uma relação de igualdade, mas de superioridade de um sobre o outro."
(José Saramago)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

DICA DE SITE E VÍDEOS

Onde você guarda o seu racismo?

As dicas de hoje são o site da campanha “Onde você guarda o seu racismo?”, do grupo Diálogos sobre o Racismo (http://www.dialogoscontraoracismo.org.br/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1), e dois vídeos, um desse movimento (2ª Fase, 2006) e outro, relacionado ao tema (Racismo… não!), que encontrei por acaso.

Deixo a apresentação do movimento e demais explicações por eles mesmos, reproduzindo as presentes no site:


“Por que uma campanha contra o racismo?

Porque o racismo existe, faz mal para todo mundo e se manifesta de diferentes formas. Às vezes em atitudes discretas, sutis, quase imperceptíveis. Outras vezes são agressões explícitas, um olhar, um comentário, uma piada ou simplesmente uma reação física.

Os Diálogos Contra o Racismo têm a missão de combinar propostas de mudanças de atitudes com a divulgação consistente de informações nos meios de comunicação. O racismo é um entrave para a consolidação de uma sociedade mais justa e democrática, onde todos e todas sejam realmente cidadãos.

Sobre a campanha

A campanha Onde você guarda o seu racismo foi lançada em dezembro de 2004. A campanha é fruto da iniciativa de mais de 40 organizações da sociedade civil, iniciada em 2001 (Diálogos Contra o Racismo) para promoção de uma ampla mobilização anti racista que envolva todos os setores da sociedade. A campanha teve como suporte uma pesquisa que mostrou que 87% dos(as) brasileiros(as) acreditam na existência do racismo, mas somente 4% se dizem racistas. Devido a essa constatação a campanha foi lançada com a pergunta: Onde você guarda o seu racismo?, que parte do princípio de que o racismo está presente na cultura da sociedade brasileira, atinge a todas as pessoas e se revela no cotidiano.

Afinal, há racismo sem racistas?

Seu objetivo é estimular o diálogo, a troca de idéias, incentivar mudanças de pensamentos, hábitos e atitudes além de estimular o sentimento coletivo de compromisso com a igualdade. O caminho? Revelar o perfil do preconceito e da desigualdade racial no Brasil, demonstrando e discutindo as várias formas de guardar o racismo, provando que todas elas são nocivas, destrutivas e contagiosas.

Como Participar? Gerando debates reais e virtuais!

A campanha foi desenvolvida para funcionar através de redes, articulações e movimentos sociais. Participe, você também, promova diálogos na sua família, na sua escola, no seu trabalho ou na sua roda de amigos e amigas.

Faça parte você também!!

Como funciona a campanha?

A campanha pretende estimular a realização de inúmeros ‘diálogos sobre o racismo’ nas famílias, condomínios, locais de trabalho, escolas, rodas de amigos e amigas. Para apoiar e incentivar essa mobilização, a campanha funciona por meio de articulações e redes de organizações, instituições e movimentos em todo o país.

O preconceito racial existe e faz mal para todas as pessoas, não só aos negros, mas a toda a sociedade. Além de reprovável sob qualquer ponto de vista, dificulta a superação de graves distorções sociais. Relatório lançado em 2005, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), mostra que 64% da população de baixa renda no Brasil é composta por pessoas negras, aproximadamente 25 milhões de indivíduos. Podemos ver que a pobreza no Brasil tem cor. Quase 80% de jovens assassinados(as), entre 16 e 24 anos, são homens negros. E uma mulher negra ganha quatro vezes menos do que um homem branco.

O racismo é um obstáculo para a consolidação de uma sociedade mais justa e democrática, na qual todas as pessoas sejam realmente cidadãs.

Primeira Fase – 2004

A campanha foi lançada em dezembro de 2004 e as organizações da sociedade civil reunidas no grupo Diálogos contra o Racismo consideram o saldo extremamente positivo. A iniciativa tem recebido o apoio de diversas organizações de todo o Brasil, como escolas, prefeituras, rádios, sindicatos, empresas e muitas pessoas. A campanha obteve a adesão de veículos como Rede Globo, Globonews, TV Educativa, TV Cultura, TV Senado, TV Câmara, TV Viva de Pernambuco, redes de cinema Cinemark e Estação, Rádio Mec, Rádio Fala Mulher e rádios comunitárias de vários estados: RJ, BA, ES, PE, PA, Brasília, SP e RS. Além disso, foram distribuídos 85 mil folhetos, 10 mil bottons, 5 mil cartazes, 50 busdoors e 50 outdoors.

Diálogos contra o Racismo tem como meta a troca de experiências e idéias sobre a questão do preconceito racial. A iniciativa surgiu a partir da constatação de que o problema do preconceito racial, invisível para muitas pessoas, principalmente para quem não sofre com ele, deveria ser tratado pela sociedade brasileira como um todo – e não apenas por afrodescendentes e suas organizações.

Segunda Fase – 2006

A segunda fase da campanha teve início em Maio de 2006, com a veiculação dos vídeos em diversas redes de televisão. Nestes novos vídeos é possível ver depoimentos espontâneos de pessoas sobre situações de preconceito racial.

A iniciativa mostra, nesta segunda fase, algumas situações cotidianas nas quais o racismo se revela. O objetivo é chamar a atenção para a freqüência desses acontecimentos no dia-a-dia – e estimular as pessoas a identificarem seu próprio preconceito para se livrar dele – uma pesquisa mostrou que apenas 4% de brasileiros(as) admitem ser racistas.”

No site você encontra mais informações, manual, artigos, vídeos, relação de instituições que oferecem apoio à vítimas de discriminação racial, entre outros.


VÍDEOS:

Onde você guarda o seu racismo? 2º Fase – 2006




Racismo… não!


Você Sabia?


Espalhar que alguém é vagabundo, nojento, oferecido, galinha, bêbado, quer ser, etc., constitui crime de difamação (atinge sua reputação).

Dizer (xingar) que alguém é burro, idiota, etc., constitui crime de injúria (atinge o seu moral, ânimo, sua dignidade e não precisa ser sabido por terceira pessoa).

Muitas vezes são confundíveis.

O crime de difamação encontra-se no artigo 139 do Código Penal Brasileiro, capítulo: "Crimes contra a Honra".


"Artigo 139 - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua
reputação. Pena: detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa."

O crime de injúria está no artigo 140 do Código Penal Brasileiro, no capítulo de "Crimes contra a Honra".

Procure mais informações a respeito na Internet!

Algumas fontes:

Mais uma informação:
"Violação da Vida Privada
Como um dos dispositivos legais fundamentais da responsabilidade civil, aparece ao inciso X, do art. 5º, da Constituição Federal, que, devido à sua importância, merece ser transcrito: “São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. A partir de sua simples leitura, já é possível entender que a vida privada e a intimidade, assim como a honra e imagem, das pessoas não podem, via de regra, sob nenhuma hipótese serem violadas, prejudicadas."
Fonte: Valeixo Neto, advocacia de indenização:
http://www.indeniza.com.br/duvidas_indenizacao.php?id=19&cat=8

"Artigo 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade e o decoro. Pena: detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses ou multa."

sábado, 3 de outubro de 2009

CULTURA DE PAZ



Dia 21/09 (seg.) foi o dia Internacional da Paz e a Biblioteca fixou alguns cartazes com frases sobre a cultura de paz ao longo da escada de acesso à Biblioteca e ao Telecentro; decorou a entrada comum da Biblioteca e do Telecentro com origamis de tsurus e distribuiu alguns marcadores de livro feitos pela Biblioteca para a ocasião.

Para a Semana Gandhi na Biblioteca, de 28/09/09 (seg.) a 04/10/09 (dom.), fixamos algumas frases de Gandhi ao longo da escada de acesso à Biblioteca e ao Telecentro; fizemos uma pequena exposição de livros sobre Gandhi na Biblioteca; no dia 02/10/09 (aniversário de Gandhi e início da Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência), distribuímos alguns marcadores de livro feitos pela Biblioteca com frases de Gandhi e programamos quatro contações da história infantil "Gandhi, o Herói da Paz, para o mês de outubro, no teatro do CEU Jaçanã, conforme outro post.

Um pouco do que foi feito pode ser visto nas fotos abaixo.

Pequena exposição de livros da Biblioteca sobre Gandhi

Alguns dos marcadores de livro sobre cultura de paz feitos e distribuídos pela Biblioteca. À direita, vê-se o verso dos marcadores, contendo o Manifesto 2000 da UNESCO: Por uma Cultura de Paz e Não-violência.

Tomara que essas iniciativas levem as pessoas a
se aprofundarem e cultivarem a cultura de paz.
:)

Desejos de paz a todos!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Reprodução de artigo publicado no www.ITU.com.br, por Deborah Dubner: http://www.itu.com.br/noticias/detalhe.asp?cod_conteudo=19963

Geral
Sexta-feira, 2 de outubro de 2009


Marcha Mundial pela Paz e Não Violência já começou
divulgação
“Para que se escute o clamor de milhões de pessoas que querem a paz, o fim das guerras e de todo tipo de violência”.

A
Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência começa na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Não-Violência. Terminará na Cordilheira dos Andes, em Punta de Vacas, aos pés do Monte Aconcágua em 2 de janeiro de 2010. Veja a programação brasileira de lançamento da Marcha pela Paz e a Não-Violência.

Durante estes 90 dias, passará por mais de 90 países e 100 cidades, nos cinco continentes. Cobrirá uma distância de 160.000 km por terra. Alguns trechos serão percorridos por mar e por ar. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e do deserto, até o inverno siberiano. As etapas mais longas serão a americana e a asiática, ambas de quase um mês. Uma equipe base permanente de cem pessoas de diversas nacionalidades fará o percurso completo.

A ação dirigida pretende resgatar o melhor das diversas culturas e povos da Terra e tem o apoio de personalidades importantes, como atores, músicos, políticos, escritores, ativistas, compositores, entre outros. O Brasil está nessa! Você também pode se engajar de várias formas.


A Marcha é de todos


A marcha é uma iniciativa do
“Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha a 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência.
No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Está aberta à participação de qualquer pessoa, organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto. Portanto, não se trata de algo fechado, e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas.


E sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar.

No Brasil

A equipe principal da Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência estará no Brasil a partir de 16 de dezembro e passará pelos seguintes pontos:
Recife/PE: 16 de dezembro;
Salvador/BA: 17 de dezembro;
Rio de Janeiro/RJ: 18 e 19 de dezembro;
Parque Caucaia/SP: 20 de dezembro;
São Paulo/SP: 20 e 21 de dezembro;
Em São Paulo a Equipe Brasileira se dividirá em duas, para posteriormente reunir-se em Buenos Aires. Uma parte fará o trajeto de Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Montevidéu, Buenos Aires e os outros farão São Paulo, Foz de Iguaçu, Assunção, Paraguai, Resistência, Rosário e Buenos Aires.
22 de dezembro –Curitiba/PR
23 de dezembro – Foz do Iguaçu/RS
24 de dezembro- Florianópolis/SC
25 de dezembro- Porto Alegre/RS
26 de dezembro- Canoas/RS


Adesões

Centenas de adesões de pessoas, empresas, instituições, associações e ONGs já aderiram ao movimento, seja através da participação na marcha, seja com outras ações, como divulgação e outras formas de apoio.

No Brasil, grandes nomes como Maurício de Souza, Roberto Freire, Monja Coen Sensei, Leonardo Boff, Rubem Alves e outros escritores, atores, compositores, líderes religiosos e políticos já aderiram ao movimento. A TV Cultura também divulga a Marcha em sua programação.
No mundo, diversos países também aderem à Marcha através de seus líderes, inclusive a neta de Mahatma Gandhi, Tara Gandhi Bhattacharjee, uma ativista social de renome em toda a Índia.

Participe!

Você pode participar de várias formas. Aqui vão algumas sugestões, que podem ser incrementadas com a sua criatividade:
- promover um evento cultural
- promover um evento esportivo
- reunir pessoas da sua rede de relacionamento para participar
- entrar nos comitês que já existem
- formar novos comitês
- participar da Marcha
- divulgar o evento durante esses 90 dias
- criar uma música para o evento (isso já foi feito por um grande grupo de músicos brasileiros)

Veja inúmeras iniciativas criativas que já foram feitas e inspire-se para fazer a sua!
Marcha pela Paz


Essa marcha é de todos!

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"VAMOS TODO MUNDO"
Tema para a Marcha Mundial Pela Paz e Não-Violência

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

DICA DE LEITURA PARA O PROFESSOR

Cartilha:
"Paz, como se faz?:
semeando cultura de paz nas escolas"
De Lia Diskin e Laura Gorresio Roizman.


O manual propõe o desenvolvimento da expressão, da criatividade, da aceitação do outro e do diálogo, baseando-se nos quatro pilares da Educação do Futuro (aprender a conhecer, a fazer, a viver junto e a ser) e nos seis princípios do Manifesto 2000 da UNESCO - Por uma Cultura de Paz e Não-violência (respeitar a vida, ser generoso, ouvir para compreender, redescobrir a solidariedade, rejeitar a violência e preservar o planeta), apresentando atividades modelo, seguidas de sugestões de atividades dirigidas a jovens, adaptáveis para todas as faixas etárias.



Para ler a cartilha "Paz, como se faz?", clicar no link abaixo: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001308/130851por.pdf

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

EXPOSIÇÃO

"Preservação do Meio Ambiente com Reciclagem"

Na semana seguinte ao dia Mundial do Meio Ambiente (05/06/09, sex.), a Biblioteca em parceria com o Telecentro do CEU Jaçanã realizou uma série de oficinas de reciclagem e montou a exposição com o título acima.

A exposição ainda pode ser vista e continuará por tempo indeterminado. Está à direita de quem entra na Biblioteca. Apresenta materiais que iriam para o lixo (muitas vezes demorando muito para se decomporem) e foram reaproveitados, tornando-se novamente úteis, reduzindo a quantidade de lixo e o consumismo, como: porta-treco e flores feitas com garrafa pet; embalagens para presente e fantoche feitos com caixa de leite; telha e pranchetas feitas com Tetra Pak pela Cooperativa Sem Fronteiras e por ela emprestados; enfeite decorativo feito com lata de tomate, caixa de ovos e palitos de churrasco; descanso para panelas feito com folhas de jornal, entre outros.
Vale a pena conferir!

A confecção de algumas dessas peças foram ensinadas em oficinas realizadas na Biblioteca de 08 a 12/06/09:
- “Artesanato com flores recicladas”, profªs Elizabeth e Isabel (lata de tomate, caixa de ovo e de leite e palitos de churrasco ou hashi usados);
- “Papelagem”, profª Márcia (peças feitas com folhas de jornal);
- “Pet”, profª: Carol (porta-treco e flores).

Venham ver e se inspirar na criatividade! ;)

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Obs.: Essa exposição terminou em janeiro de 2010.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

DICA DE CURSO ON-LINE

Curso: Direitos Humanos e Mediação de Conflitos



Curso auto-instrucional, on-line, gratuito e de oferta contínua. Oferecido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República em parceria com o Instituto de Tecnologia Social - ITS Brasil. Destina-se a participantes de movimentos populares, lideranças comunitárias, membros de pastorais, comunidades religiosas e outros, para que promovam os direitos humanos e atuem pacificamente na resolução de conflitos em suas comunidades.

Como o curso é aberto, qualquer interessado pode cursar. Muito bom!
Recomendo! ;)

Para maiores informações e inscrever-se, clique aqui:
http://www.itsbrasil.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=96

domingo, 19 de julho de 2009

DICA DE LEITURA PARA O CIDADÃO

Guia do Direito à Saúde: sistema público de saúde (SUS), medicamentos e planos de saúde, do IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor), 2006.

O Guia visa auxiliar o cidadão/consumidor na defesa de seus direitos com relação à saúde (direito fundamental garantido pela Constituição), com orientações sobre o sistema público de saúde (SUS), planos de saúde e medicamentos. Apresenta-se sob a forma de perguntas e respostas, procurando abordar as principais questões sobre os três temas. No final, disponibiliza modelos de cartas e de representação ao Ministério Público.

Se você anda tendo problemas com o SUS ou deseja saber quais são os seus direitos, vale a pena consultá-lo.

Disponível on-line (basta clicar para carregar o arquivo e ler):
http://www.idec.org.br/arquivos/guia_direito_saude.doc


DICA DE LEITURA PARA O PROFESSOR


Guia Escolar: métodos para identificação de sinais de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Benedito Rodrigues dos Santos... et. al.
2ª ed., rev. e atual. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos e Ministério da Educação, 2004. 163 p.

Visa funcionar como um manual para informar, orientar e treinar os integrantes da comunidade escolar sobre o abuso e a exploração sexual.



Disponível para download em:
http://www.mj.gov.br/sedh/spdca/publicacoes/guia_escolar/guia_escolar1.htm
DICA DE LEITURA INFANTO-JUVENIL

Direitos Humanos com a turma do Menino Maluquinho



Na cartilha “Os Direitos Humanos”, escrita pelo Ziraldo, resultado da parceria entre o Ministério da Educação, a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) e a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o Menino Maluquinho participa de situações para tratar de vários temas dos Direitos Humanos como: cidadania, igualdade, liberdade, moradia, saúde, pessoas com deficiência, gênero, criança e adolescente, idoso, combate à tortura, combate ao trabalho escravo, meio ambiente, registro civil de nascimento, segurança pública, direito dos presos, entre outros.

Disponível em: http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/CartilhaZiraldo.pdf

Clique e leia! ;)

domingo, 5 de julho de 2009

EXPOSIÇÃO

2001-2010: Década Internacional da
Cultura de Paz e da Não-violência


No dia 23/03/2009 (segunda-feira), à noite, a Biblioteca do CEU Jaçanã fixou na parede à direita de quem entra no BEC (Bloco Esportivo Cultural), no pátio da entrada principal do CEU Jaçanã (em frente à quadra de esportes coberta), a exposição “2001-2010: Década Internacional da Cultura de Paz e da Não-violência.” A exposição define o que é cultura de paz; apresenta um quadro comparativo entre “cultura de guerra e violência” e “cultura de paz e de não violência”; mostra e explica a logomarca do Ano Internacional de Cultura de Paz (2000); coloca o que se perde com violência, destruição, exploração e humilhação; define violência (que não se restringe à violência física); o que é ter disposição para uma cultura de paz, que inclui a preservação do planeta, cuidados diversos, convivência com algumas características e o redescobrir a solidariedade. Dá exemplos de pessoas generosas / solidárias por suas obras (Irmã Dulce, Betinho e Madre Tereza de Calcutá) e de condutores de lutas sem violência (Gandhi e Martin Luther King). Exibe frases e letras de músicas relacionadas ao tema.

Quem ainda não viu pode correr para vê-la, pois a exposição continua por tempo indeterminado, apesar de algumas avarias que tem sofrido (como arrancarem da decoração as flores feitas com garrafa pet, pombinha, coração, provavelmente, por crianças muito pequenas), pois a gente tem feito reparos e ela tem sobrevivido, felizmente.


Venham ver e cultivem a cultura de paz!!!

Chame ou indique aos amigos, familiares...
:)

“O primeiro princípio da ação não-violenta é a não-cooperação com tudo que é humilhante.” (Gandhi)



Curiosidade:
A idéia e a iniciativa dessa exposição partiu da Helena (quem lhes escreve neste post) a partir da observação de um conflito entre crianças frequentadoras da Biblioteca e do Telecentro do CEU Jaçanã. Após pedido de desculpa por uma delas, a outra insistia em resolver no braço, o que levou à reflexão da necessidade de se cultivar a cultura de paz.


DICAS DE SITES:

· Marcha mundial pela paz e a não violência:

http://www.marchamundial.org.br/
Informa sobre a marcha a se realizar de 02/10/2009 a 02/01/2010 (100 pessoas partirão da Nova Zelândia passando por mais de 90 países até a Argentina), motivos, adesões, como organizar comitês de marcha, iniciativas, materiais, entre outros.

· Educação para Paz – Contos para paz:
http://www.educacaoparapaz.com.br/index.php?pagina=contos_paz.
Site da editora, livraria, produtora e gravadora Omnisciência e de seu projeto Educação para a Paz, que disponibiliza contos para a paz. Vale a pena ler pelo menos alguns!

· Comitê Paulista para a década da cultura da paz:
http://www.comitepaz.org.br/
No site encontra-se uma vasta gama de documentos, inclusive para download, sobre a cultura de paz.

· Manifesto 2000, da UNESCO, versão para adultos e adaptação para crianças, pelo Núcleo pela Tolerância, do Departamento de Ciências Humanas - UNESP – Bauru:
http://portal.faac.unesp.br/pesquisa/tolerancia/redesenho/manifesto.htm

· Blog: Cultura de paz, meio ambiente e cyberativismo, de Juliana Zellauy:
http://cultura-de-paz.blogspot.com/
Gestora ambiental, especialista em Educação Ambiental e em Gestão de Projetos Sociais, com seu blog, busca contribuir para a disseminação da Cultura de Paz e o respeito ao Meio Ambiente.


DICA DE CURSO:

· Curso de Direitos Humanos e Mediação de Conflitos, à distância (via Internet), gratuito:
http://www.itsbrasil.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=96
Curso de 60 horas, auto-instrucional e de oferta contínua. Oferecido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República em parceria com o Instituto de Tecnologia Social - ITS Brasil. Destina-se a participantes de movimentos populares, lideranças comunitárias, membros de pastorais, comunidades religiosas e outros, para que promovam os direitos humanos e atuem pacificamente na resolução de conflitos em suas comunidades.


DICAS DE LIVROS INFANTO-JUVENIS:


· Gandhi, o Herói da Paz, de Ligia Miragaia e Maeve Vida.
Editora: Omnisciência, 2007. 47 págs.
Sinopse:

Como um homem magro e miúdo, sem usar nenhuma arma, consegue libertar um país dominado por quase dois séculos? Como um homem pode ficar 21 dias sem beber ou comer e com isso transformar a vida de milhares de pessoas? Como um homem pode ter a coragem de se despojar de todos os seus pertences e, vestindo apenas um pedaço de tecido branco em volta do quadril, se transformar no maior ícone da paz da Humanidade? Esta é a história de Gandhi. Você vai descobrir neste livro por que e como ele se tornou um Herói da Paz.





A Biblioteca do CEU Jaçanã possui três exemplares do livro e dois exemplares do audiolivro (doação).


- Gandhi, de Pino Madera.

Editora: Paulinas, 1994. 30 págs.
Sinopse:

Da coleção Grandes histórias para pequenos leitores, este volume traz a história de Gandhi, o grande homem que defendeu os direitos dos mais fracos com a força da não-violência.


A Biblioteca do CEU Jaçanã possui um exemplar (doação).



DICAS DE FILMES:

· Gandhi (Inglaterra / Índia, 1982).
· Escritores da Liberdade (Freedom Writers, Alemanha / EUA, 2007).


DICA DE BIBLIOTECA:

· Biblioteca da Universidade Livre do Meio Ambiente e Cultura de Paz (Umapaz)
Av. IV Centenário, 1.268 - Portão 7A - Parque Ibirapuera.
De segunda a sexta-feira, das 10h às 17h e aos sábados, das 9h às 13h.

Divulgue e propague a cultura de paz! ;)

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Obs.: Essa exposição terminou em janeiro de 2010, sendo substituída por algumas frases relacionadas à cultura de paz e um resumo do livro "A paz também se aprende", de Naomi Drew.